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Fazer ou não fazer?

Aqui está o motor das mudanças, esta pergunta constantemente assola a mente dos gestores de qualquer empresa colocando-os em uma encruzilhada que sempre exige uma rápida decisão que muitas vezes não acontece ou é retardada.

Quando as decisões não acontecem, não sobra outro entendimento que não seja o medo de enfrentar a responsabilidade inerente aos que fazem acontecer e não deixam a responsabilidade aos outros, embasados que estão em conhecimento adquirido e abandonam simplesmente a zona de conforto.

Correr riscos é indissociável de empreender, o que significa que a autoconfiança característica primeira do empreendedor implica na aceitação que é possível errar e acertar, sempre que fundamentado na humildade de consultar outros pontos de vista.

Uma decisão errada não é um desastre para os atentos que celeremente sabem mudar. Todos nós erramos e isso é algo que precisamos assumir e aceitar. A perfeição não existe.

Uma decisão alicerçada no futuro, com objetivos realistas claramente definidos sempre será boa. Se não der certo é premente aprender com os erros e recomeçar.

“Tomar decisões é o caminho que nos permitirá ir de onde estamos para onde queremos estar”.

-Bernardo Stamateas-

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